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Núcleo de Medicina e  Práticas Integrativas – NUMEPI

Resumo:
O Núcleo de Medicina e Práticas Integrativas (NUMEPI) foi constituído originalmente pela parceria entre os núcleos departamentais da Escola Paulista de Medicina – Campus São Paulo: Núcleo de Cuidados Integrativos (NUCI) do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia – coordenado pela Profa. Dra. Sissy Veloso Fontes, Prof. Dr. Acary Souza Bulle Oliveira e Profa. Dra. Débora Amado Scerni e o Núcleo de Medicina Antroposófica (NUMA) do Departamento de Obstetrícia, coordenado pela Profa. Dra. Mary Uchiyama Nakamura; sendo aprovado, pelos colegiados universitários, para compor a grade de núcleos da Pró-reitoria de Extensão e Cultura – ProEC da UNIFESP, em 2011. O NUMEPI é um núcleo da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (ProEC) da Unifesp com constituição interdepartamental e interdisciplinar, que visa agregar profissionais de diversas áreas envolvidas com as práticas de ensino, pesquisa, extensão e assistência alinhadas à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) - Portaria nº. 971 de 03 de maio de 2006, que inclui as práticas da Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterápicas, Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Medicina Antroposófica e Termalismo Social e Crenoterapia; e - Portaria Nº 849, de 27 de março de 2017, que expande para o total de 29 Práticas Integrativas e Complementares (PIC’s) reconhecidas e ofertadas pelo SUS, incluindo, além das 5 (cinco) anteriores, mais 24 (vinte e quatro) práticas integrativas e complementares (PIC´s): apiterapia, aromaterapia, arteterapia, ayurveda, biodança, bienergética, constelação familiar, cromoterapia, dança circular, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, ozoneoterapia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, terapia de florais, e yoga; e, mais recentemente alinhado à Política Nacional de Promoção de Saúde (PNPS) - Portaria no. 2442 de 11 de novembro de 2014, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB); Portaria no. 2.446/GM/MS de 11 de novembro de 2014; e Portaria no. 2.761/GM/MS de 19 de novembro de 2013 - Política Nacional de Educação Popular em Saúde (PNEPS), que objetiva valorizar, além das práticas integrativas e complementares, os saberes populares e tradicionais, incluindo a formação e educação permanente desses temas, alimentação adequada e saudável, práticas corporais e atividades físicas, promoção de mobilidade segura, promoção da cultura de paz e dos direitos humanos, promoção do desenvolvimento sustentável, dentre outros do SUS do Ministério da Saúde.

Objetivos:
Agregar outros núcleos, centros, ambulatórios e/ou grupos de discentes, docentes, funcionários técnico-administrativos, colaboradores autorizados e ou voluntários de alguns Campi da UNIFESP e funcionários da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) Saúde – Hospital São Paulo, como núcleo universitário representativo sobre as temáticas: Práticas Integrativas e Complementares, Medicina Integrativa, Medicina Alternativa e ou Complementar, Saúde Integrativa, Cuidados Integrativos, Promoção de Saúde e Saúde Coletiva, de modo a promover parcerias e ações cooperativas para desenvolver atividades de extensão universitária, incluindo eventos para divulgação científica, cursos de extensão, aprimoramento e/ou especialização para capacitação de profissionais e/ou a comunidade, na temática do núcleo; programas e projetos de extensão em pesquisa, ensino, e assistência nessas áreas, em nossa universidade, em conjunto com a comunidade, outras universidades e escolas pública ou privada, órgãos públicos, órgãos do terceiro setor etc.

 

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nucleotrans.unifesp.br

NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISA, EXTENSÃO E ASSISTÊNCIA À PESSOA TRANS PROFESSOR ROBERTO FARINA

O  Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa Trans Professor Roberto Farina da Universidade Federal de São Paulo, conhecido como Núcleo TransUnifesp (NTU), nasceu de uma iniciativa multicampi, supradepartamental, e ligada à PROEC, constituída por um conjunto de atividades multiprofissionais de estudo e produção do conhecimento, acolhimento, promoção de saúde e cidadania da população Trans e Intersexo, e que homenageia o Prof. Roberto Farina da nossa instituição, cirurgião plástico visionário e pioneiro no cuidado cirúrgico a pessoas trans no Brasil, tendo realizado a primeira cirurgia genital em nosso país em 1971, em Waldirene Nogueira. A história de Waldirene contada na matéria da BBC pode ser acessada clicando aqui.

Ambulatório do Núcleo TransUnifesp, inaugurado em 24 de março de 2017, é a parte que trabalha na assistência em saúde prestada à comunidade Trans usuária do Sistema Único de Saúde (SUS). O serviço conta com equipe multi e transdisciplinar para cuidados em saúde integral a partir da perspectiva despatologizante, acolhedora e de cuidado singularizado. Nossos atendimentos acontecem às 3ª feiras das 13:00 às 17:00, dentro do espaço oferecido pelo Ambulatório de Medicina Geral e Familiar (AMGF), para pessoas maiores de 18 anos de idade. Para a comunidade trans de fora da Unifesp, os atendimentos são oferecidos apenas através de encaminhamento por outro serviço público de saúde via Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS).

Além do ambulatório, integram o Núcleo TransUnifesp outras frentes de atuação como a formação e treinamento de estudantes e profissionais, que contempla uma disciplina eletiva em Sexualidade e Saúde Sexual para os cursos de graduação do campus São Paulo; cursos de extensão, aperfeiçoamento e especialização; preceptoria de residência de áreas da medicina como endocrinologia, ginecologia, psiquiatra e medicina da família e comunidade do campus São Paulo; de estágio de psicologia de discentes do campus da Baixada Santista; e como Diálogos, que são breves treinamentos para outros departamentos da Unifesp, Hospital São Paulo e profissionais que queiram atuar no ambulatório.

Na extensão, o NTU desenvolve o Programa MULTTISABERES visa à troca de conhecimentos científicos e saberes populares com ênfase na educação, pesquisa-ação e profissionalização da comunidade externa e interna da Unifesp. Dentre os projetos vinculados a esse programa, foram criados três outros entre 2017-2018. São eles:

O Projeto TransUnifesp Extramuros que visa incentivar as ações de extensão protagonizados pelos alunos e profissionais de saúde - de dentro e de fora da universidade - a integrarem por meio de reuniões mensais, fóruns, seminários, congressos e semana da diversidade, abertos para toda a comunidade em geral, notadamente a população de travestis, mulheres transexuais, homens trans, de gênero não binário e pessoas Intersexo, a dialogarem de forma efetiva e com pautas propositivas com a comunidade acadêmica, gestores e prestadores de serviço público, para enfrentamento da transfobia.

Já o Projeto TransAmigo desenvolve iniciativas parceiras entre a universidade e a comunidade Trans (individualmente ou com movimentos sociais organizados) para promoção de saúde desta população, mais especificamente quanto a qualificação do acolhimento mais humanístico no ambulatório.

Numa vertente mais cultural e de clínica ampliada, o Projeto Babadeires desafia a vivência do conceito de integralidade em saúde para comunidade trans explorando intersecções de espaços culturais da cidade na produção de subjetividades e legitimidade social, ou seja, entendendo a saúde em suas diversas intersecções para além da clínica ambulatorial. Pretende-se com essas ações de extensão explorar atividades artístico-culturais, como festas de rua, viradas, exposições, shows e saraus pela cidade, ocasiões em que se promovem discussões e oficinas artísticas junto com as pessoas trans. 

Outras atividades estão sendo planejadas em todos os campi da Unifesp com apoio do NTU, especialmente nas áreas da Educação Inclusiva, Cidadania LGBTQIA+, Direitos Humanos, Populações de Minorias, Periféricas, entre outras.

 

 

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O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros na Universidade Federal de São Paulo (NEAB-Unifesp) insere-se no contexto das políticas públicas de promoção da igualdade racial planejadas em âmbito nacional nos últimos anos. Neste processo, a educação foi abordada de forma especial tendo como marco maior a Lei 10.639/2003, que instituiu a obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos educacionais. A resolução CNE 01/2004 Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Etnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro Brasileira e Africana instituiu a Uniafro - Ações Afirmativas para a População Negra no Ensino Superior, a qual passou a apoiar os grupos já existentes e a estimular a criação de outros comprometidos com a produção e difusão de conhecimento pertinente a temática étnico-racial. Esses grupos foram denominados Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros (NEABs) e/ou correlatos, que têm a missão de articular atividades de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da estrutura organizacional das instituições públicas de ensino superior. De acordo com o catálogo de Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros elaborado pela Associação Brasileira de Pesquisadores Negros existem 94 NEABs ou órgãos correlatos, criados antes ou depois da lei 10.639/2003. Além de colocar a instituição em sintonia com os marcos legais que regulamentam o tema para as atividades meios e fim no âmbito do ensino superior, a criação do NEAB/Unifesp coloca a instituição na rota das políticas de ações afirmativas, igualdade racial e combate ao racismo já trilhada por outras instituições de ensino superior.

 

  

Coordenadora: Profa. Dra. Ana Maria do Espirito Santo Slapnik (Campus São José dos Campos - ICT)

Vice-coordenadora: Profa. Dra. Fábia Barbosa Ribeiro (Campus Guarulhos- EFLCH)

Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 

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